sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Notícias da Igreja - Diocese de São Miguel Paulista
Em Comemoração ao Dia Nacional da Juventude, a Diocese de São Miguel Paulista promove um grande encontro de reflexão e louvor, amanhã dia 26/10 as 15h na quadra da catedral de São Miguel Arcanjo. O Evento que tem como coordenador diocesano o padre Leandro e organizado pela Pastoral da Juventude terá a participação especial da Irmã Ana Paula, da Congregação Carmelita do Espírito Santo. Não deixe de participar.
Notícias da Igreja - Brasil
Dom Nelson pede profecia para construção da civilização do amor
25/10/2019 Juventude
A Igreja no Brasil celebra neste domingo, 27 de outubro, o Dia Nacional da Juventude (DNJ). Dioceses, grupos de Pastoral Juvenil e movimentos estarão mobilizados em eventos para a celebração da data. Neste ano, o tema proposto é “Juventude e políticas públicas: uma história nos chama à civilização do amor”. Para o bispo de Valença (RJ) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Nelson Francelino, os grupos jovens são chamados a ser portadores de uma profecia “diante da sociedade cada vez mais perdida em assuntos humanitários”.

Na busca pela construção da civilização do amor, os jovens são chamados a envolverem-se na elaboração, proposição e no acompanhamento de políticas públicas, inspirados nas motivações da Campanha da Fraternidade deste ano. “Desejo que cada arqui/diocese do Brasil possa experimentar e promover o protagonismo juvenil na construção de uma Igreja em saída chamada à civilização amor, propondo o Evangelho da Alegria!”, enfatizou dom Nelson.
Em artigo publicado no site Jovens Conectados, dom Nelson aponta como realidade a ser tocada a sociedade globalizada, “onde há uma inevitável mudança de valores, do aumento do individualismo, do sexo desenfreado, do fundamentalismo, da violência e do extermínio de jovens e de perdas de referenciais”.
Uma preocupação do bispo é a violência, que “nos últimos anos aniquilou de várias maneiras a existência juvenil no Brasil” e que tem “a juventude como agente e vítima simultaneamente”. Drogas, trânsito, doenças sexualmente transmissíveis, suicídio são sinais do que é considerado o extermínio dos jovens.
“As ações são tímidas e as vozes proféticas na Igreja, dos grupos jovens em nossas dioceses, não são ouvidas! A injustiça está batendo à porta e não se faz nada. Enquanto houver injustiça entre nossos jovens, jovens pobres e sem oportunidade, o Reinado da Vida não acontecerá. E a Civilização do amor será apenas um sonho que não mais encanta”, lamenta o bispo.
Para dom Nelson, a civilização do amor colocada no horizonte das iniciativas da Pastoral Juvenil, sobretudo por ocasião de várias edições do DNJ, faz com que os jovens resgatem o compromisso, a militância e a atenção quanto ao drama social que a juventude de modo geral vem enfrentando.
Fonte: CNBB
Notícias da Igreja - Mundo
Presidente da CNBB diz que o Sínodo é um exemplo que deve ser seguido por toda diocese, paróquia e comunidade
25/10/2019 Sínodo 2019
Na live de hoje, 25 de outubro, no Facebook, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, falou das expectativas para a aprovação e acolhida do documento final do Sínodo para a Amazônia que se encerra no próximo domingo, 27 de outubro, com celebração na basílica de São Pedro, no Vaticano.
“O Sínodo não acaba com a conclusão no próximo domingo. É a partir disto que, de fato, vai começar”, disse. Dom Walmor também falou dos desafios que se abrem para a Igreja a partir do Sínodo que ele definiu “como um tempo novo, um momento muito propício e fecundo para a missionariedade de nossa Igreja”.
Dom Walmor diz que este momento expressa, desde o Concílio Vaticano II, o caminho de uma Igreja Sinodal, isto é “uma Igreja que escuta o seu Deus, escuta o seu Evangelho, os clamores dos pobres e escuta uns aos outros no diálogo”. Por isto, afirma o presidente da CNBB, o Sínodo é um exemplo do que deve ser seguido por toda Igreja particular, toda diocese, toda paróquia e comunidade como um lugar de escuta.
“Quando a gente escuta a ação muda. Porque os clamores tocam, as palavras iluminam e do coração brota um novo modo da gente viver e compreender”, disse. O arcebispo disse que quando perguntarem a ele como foi o Sínodo, ele dirá: “uma riqueza eclesial da mais alta importância. Um grande dom de Deus que todos aqueles que participamos somos chamados e desafiados a fazer com que toda esta riqueza se desdobre em serviço”. Acompanhe, abaixo, a íntegra do que disse o religioso na live de hoje.
Conclusões, expectativas e desdobramentos do Sínodo
“Com muita alegria, desejo a todos saúde e paz. E essa mesma alegria de compartilhar Esperanças para fecundar o caminho nosso como Igreja missionária presente em todo lugar por meio de cada um de nós para que o Evangelho de Jesus chegue nos corações. Nós estamos naturalmente cheios de expectativas, esperançosos, depois de se ter reunido, de todos os grupos, importantes contribuições ao documento final. Vamos recebê-lo na tarde/noite de hoje. Teremos o tempo para ler. E amanhã, sábado, 26 de outubro, teremos a Congregação Geral para votação.
Cada um de nós procurou contribuir. O Santo Padre muito bem nos acolheu e nos conduziu neste caminho. Sobretudo, conduzidos pela ação do Espírito Santo que fecunda nossos corações chamados a encontrar sempre novos caminhos para Amazônia para a Igreja no mundo inteiro. E de modo muito especial nos deixando desafiar por esse horizonte da ecologia integral porque precisamos urgentemente de uma nova postura na Casa Comum. Eu gostaria de dizer que o Sínodo para a Amazônia, como outros momentos vividos pela Igreja, comprova o que nós professamos como fé: “quem conduz a Igreja é o Espírito Santo de Deus”. Nós somos servidores, e portanto, abertos à sua ação.
As críticas foram muitas por falta adequado entendimento, o que é lamentável. Mas muito se fez para ajudar muitas pessoas a compreender a importância da experiência eclesial do Sínodo para a Amazônia. Houve abertura. E sobretudo na experiência dos participantes: bispos, padres, diáconos, cristãos leigos, indígenas, peritos, auditores, todos com o olhar voltado para o bem, como devemos ser como Igreja, e abertos à ação do Espírito Santo.
Poderemos, tenho certeza, depois de altos e baixos e de buscas, oferecer ao Santo Padre aquilo que ele vai nos dar como grandes orientações para o novo que buscamos. Tudo isto, só é possível porque somos a Igreja de Jesus Cristo. Por isto mesmo, é preciso convidar a todos para viver esta comunhão porque é ela que nos faz dar os passos na direção certa, mesmo quando muitas vezes parecer que estamos andando na sombra, no escuro, ou até em meio a altos e baixos”.
O Sínodo e as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil
“Nós vamos encontrar na experiência deste Sínodo, de fato, um grande dom do Espírito Santo de Deus, fecundando a Igreja no mundo, particularmente na Amazônia, mas também de modo muito especial em nosso Brasil, quando nós estamos trabalhando no horizonte bonito das novas Diretrizes da Ação Evangelizadora para proclamar a Palavra, à luz da opção preferencial pelos pobres, formando comunidades missionárias e de modo muito especial ajudando nesta cultura urbana desafiadora que vivemos a criar uma nova mentalidade de trabalharmos e vivermos, de acordo com os valores do Evangelho, na Casa Comum”.
Novos caminhos para Igreja
“Portanto, estamos felizes. O caminho será longo. O Sínodo não acaba com a conclusão no próximo domingo com a celebração eucarística na basílica de São Pedro. É a partir disto que o Sínodo, de fato, vai começar depois da longa etapa de preparação de dois anos e de quase um mês intenso de trabalho. Então quando o Santo Padre nos indicar o caminho, vamos começar um caminho novo. E, eu tenho certeza, muito propício e fecundo para a missionariedade de nossa Igreja. É um novo tempo, um novo momento. Uma Igreja é sempre brindada pela força do seu Espírito Santo”.
Esperança pós-sínodo
“Estamos falando que somos chamados, pela nossa experiência de fé, a depositar em nosso Deus. É nele que confiamos porque somos d’Ele. D’Ele viemos, para Ele estamos voltando. É ele quem nos conduz. Por isto, a Igreja está no coração do mundo, ela não é um clube de amigos, não é uma organização não governamental, não é uma instância qualquer. A Igreja é a congregação dos filhos e filhas de Deus, como povo de Deus, abertos neste caminho. Há, portanto, a estrela desta esperança. Nós estamos voltados para o Reino definitivo a caminho do qual nós estamos. É esta nossa esperança. Uma esperança que ilumina e se desdobra, é claro, para que nossa fé seja autêntica num grande compromisso com a vida! A vida em todas as suas etapas, desde a concepção até o momento último, no declínio com a morte natural. E por isto mesmo, nos debruçamos sobre os mais pobres, ouvindo os clamores daqueles que estão sofrendo, porque nós temos que cuidar da vida e promove-la. É desta Esperança que falamos porque está selada por Cristo, Salvador do mundo, que morre na cruz e ressuscita para nos salvar. É esta Esperança que nos ilumina e nos faz como cristãos. Embora não tenhamos aqui a nossa Pátria definitiva estamos a trabalhar para que enquanto nesta Pátria terrena caminhamos possamos fazer dela um lugar bonito de amor e de fraternidade. A Igreja é um grande instrumento de salvação neste caminho e sempre como sinal de esperança.
Experiência de participar do Sínodo
“Eu agradeço a Deus por esta rica e desafiadora oportunidade de ter participado da preparação para o Sínodo, inclusive participando de um encontro com todos os padres Sinodais e peritos da Amazônia, porque nós no Brasil como Igreja e como sociedade, como eu tenho dito, precisamos “tomar um banho” de Amazônia para conhecer a sua riqueza, as suas tradições, seus povos, a beleza da Igreja e seus desafios missionários. Portanto, aqui foi uma oportunidade de fortalecer esta convivência, de escutar muito, porque a experiência Sinodal é uma experiência de escuta e quando a gente escuta a ação muda. Porque os clamores tocam, as palavras iluminam e do coração brota um novo modo da gente viver e compreender.
Por isto, ao me perguntarem como foi o Sínodo, terei a oportunidade de dizer: uma riqueza eclesial da mais alta importância. Um grande dom de Deus que todos aqueles que participamos somos chamados e desafiados a fazer com que toda esta riqueza se desdobre em serviço. Eu estou muito feliz por isto e tenho certeza que o Sínodo da Amazônia será uma grande riqueza fecundando o caminho missionário da Igreja no Brasil.
Por isto, me torno porta voz e servidor deste caminho como Igreja. E como primeiro servidor na presidência da CNBB que tem uma grande importância e que é o lugar de fecundar esta beleza bonita da colegialidade e da fraternidade entre os bispos de modo que fortalecidos, e colocando em comum coisas muito bonitas, possamos dar a beleza do caminho próprio de cada Igreja particular. Esta é uma grande riqueza e isto enche o coração de alegria e de gratidão”.
O aprendizado de ser uma Igreja sinodal
“Ao falar de Sínodo é importante pensar que o Concílio Vaticano II abriu este caminho para que a nossa Igreja seja sinodal, isto é uma Igreja que escuta, escuta o seu Deus, escuta o seu Evangelho, os clamores dos pobres, escuta uns aos outros. O Papa Francisco tem dito que é muito importante que, no tempo atual, na contemporaneidade, sermos uma Igreja sinodal, uma Igreja que escuta. Escutando é que nós podemos, de fato, deixar que o Espírito Santo fecunde o nosso caminho. Por isto, o Sínodo é um exemplo do que deve ser seguido toda Igreja particular, toda diocese, toda paróquia e comunidade. Também sinodal. Um lugar de escuta: escuta de Deus, do Evangelho, dos clamores e dos sofrimentos dos pobres e escuta uns dos outros no diálogo.
E foi isto que aqui experimentamos, com alegria. Posições diferentes, contribuições enriquecidas. Mas tudo na perspectiva bonita do amor de Deus e do serviço como Igreja. É por isto que nossa Igreja caminha e se torna forte. E ela será cada vais mais forte na medida em que for mais sinodal, portanto será fortalecida na comunhão, fiel às suas tradições, fiel ao seu Evangelho e fiel a tudo aquilo que é o tecido intocável da beleza mistérica da nossa Igreja. O Sínodo nos fortaleceu e por isto temos que fazer este caminho e que seja exemplar e um grande convite a todos participarem”.
Português como idioma no evento
“Eu fico muito feliz com o fato de o português, pela primeira vez, ser uma das línguas mais faladas num evento como o Sínodo porque é muito importante que todos os órgãos centrais da Igreja reconheçam a importância do português. Exatamente porque somos uma das maiores nações católicas do mundo, com uma conferência episcopal de grandíssima importância, um povo com riquezas e tradições muito bonitas. E juntando com outros povos que são também lusófanos, somos um grande grupo.
Por isto, é preciso que o português seja reconhecido nas transmissões e nos momentos. Isto tem crescido muito e o Sínodo de fato se tornou uma oportunidade para consolidar esta perspectiva. Inclusive porque grande parte da região Pan-Amazônia pertence ao Brasil, como mais de 20 milhões de habitantes e, portanto, esta é uma oportunidade bonita de consolidar o português e ao falar da língua nos remetemos a sistemas, tradições e valores”.
Presença do Papa
“O Papa Francisco é um homem de Deus, é um homem bom. Sua presença é sempre sinodal: acolhe a todos e está no meio de todos como aquele que serve e escuta. Também contribui. Cria um sentido muito profundo de família. Uma força muito singular de paternidade e que traz todo mundo a participar e a dizer o que sente e pensa. Faz a diferença a presença acolhedora, amorosa, fraterna e paterna do Papa Francisco. Somos muito agradecidos a ele. Por isto, vamos viver uma experiência muito bonita de comunhão, de amor filial e de adesão ao Papa Francisco e assim nos fortalecer. Seja este o caminho de toda nossa Igreja para que se torne mais forte nesta união bonita com aquele que é o sinal da unidade de toda a nossa Igreja. Estamos juntos neste caminho com muito carinho e muita fidelidade”.
Visita da presidência da CNBB ao Santo Padre
“Como é habitual a presidência da CNBB fazer, a cada ano, uma visita à Cúria Romana, do dia 28 ao dia 31 de outubro, a nova presidência da CNBB (dom Jaime Spengler, dom Mário Antônio e dom Joel Amado e eu), estará visitando as diferentes Congregações e Dicastérios do Vaticano e o para ouvir, compartilhar e encontrar sempre novos caminhos. Este caminho será coroado pelo nosso encontro com o Papa Francisco. Um momento de a gente reafirmar nossa adesão, nossa comunhão e também compartilhar nossas preocupações, desafios e tudo que nós estamos vivendo e fazendo para ouvir a sua palavra e suas orientações. E, ao mesmo tempo, fazer o nosso abraço, que é um abraço seu e meu, de todo povo brasileiro e de todos nós que somos discípulos e discípulas de Jesus, nos fortalecendo neste caminho com muita alegria.
Desejamos que este trabalho de comunicação a partir do Vaticano nos inspire. Porque estamos procurando também estrategicamente trabalhar a comunicação na CNBB que precisa acontecer em cada diocese, em cada paróquia e comunidade por meio de nossos meios (rádios, tvs, redes sociais) para que possamos cumprir a nossa tarefa bonita que é o mandato que o senhor Jesus nos Deus: ide e fazei discípulos meus entre os povos. Portanto, pregando o Evangelho. É o que estamos fazendo com muita alegria e simplicidade. Não há alegria maior que ser discípulo e discípula de Jesus. Vamos juntos neste trabalho para que no lugar de notícias falsas e tudo aquilo que ofende a dignidade das pessoas e de juízos inadequados que muitas vezes são espalhados, possamos oferecer uma comunicação que educa, abre corações, informa na verdade, que forma e nos faz cada vez mais discípulos e discípulas de Cristo”.
Fonte: CNBB
Agenda
AGENDA
PAROQUIAL – Outubro
25/10 – Missa com oração por cura e
libertação – 20h -Matriz
28/10: Missa festiva São Judas
Tadeu - 20h – Matriz.
Uma História de Graças e Bençãos
A Igreja de Nossa Senhora de Fátima, situada na rua Alberto Flores 465, foi elevada como Paróquia no dia 06 de agosto de 1994, com decreto assinado por Dom Fernando Legal, bispo diocesano na época. A nova Paróquia foi desmembrada da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida - Vila Nhocuné - Setor Pastoral Artur Alvim.
Vários padres caminharam com o povo desde quando era capela até os dias de hoje. Passaram por aqui entre outros, padres Pedro, João, Nelson Amaro, Marco Barbosa, Osvaldo Ao ser instalada paróquia a igreja teve como párocos os padres Mário Sérgio e Jair Coronado. O Atual pároco é o padre Wetemberg Aires de Oliveira.
Ao longo de sua história nossa paróquia realizou vários eventos como celebrações e festas que jamais serão esquecidas. As festas juninas na rua, os bingos, as missas solenes e a nossa linda trezena de Nossa Senhora de Fátima. Continuamos a fazer o melhor para nosso povo que tanto necessita do testemunhar Cristo.
Com certeza é uma igreja que tem seus desafios e dificuldades, mas jamais deixará de acolher seus fiéis e de evangelizar, pois trata de uma caminhada de graças e bençãos.
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